domingo, 28 de fevereiro de 2016

Sobre o Dr. Bach e a origem de seus remédios







Em muitos dos meus atendimentos oraculares e terapêuticos indico como tratamento os remédios Florais do Dr. Edward Bach, então, vou falar um pouco sobre eles para os que ainda não conhecem e também para os que já utilizam esta técnica eficaz de reequilíbrio energético e cura.
Edward Bach foi um médico nascido em 1886 em uma pequena cidade perto de Birmingham, na Inglaterra, onde estudou medicina e se especializou em bacteriologia, imunologia e saúde pública.  Durante a I Guerra Mundial, cuidou de centenas de feridos e começou a observar que o mesmo tratamento aplicado a pessoas diferentes com a mesma doença nem sempre curava e que pacientes com o temperamento similar melhoravam com o mesmo medicamento.
Em 1917 foi diagnosticado com uma doença incurável; foi operado, mas mesmo assim, os médicos lhe deram três meses de vida. Ele abandonou o hospital em que trabalhava e passou a fazer suas pesquisas sozinho em seu laboratório, onde trabalhava dia e noite. Após um curto período, ele percebeu que estava curado e isto o fez concluir que o estado emocional da pessoa, focada em um objetivo, com um grande amor por algo e um propósito definido são fundamentais para a saúde e a felicidade das pessoas.
Em 1919, passou a trabalhar como patologista e bacteriologista no Hospital Homeopático de Londres. Aprofundou seus estudos sobre o método de Hahnemann, o fundador da homeopatia, e criou vacinas orais eficazes através desta metodologia.
Em 1929, aos 43 anos, respeitado tanto por alopatas quanto por homeopatas em toda a Europa, decidiu-se mudar para o campo e pesquisar novos remédios. Foi quando, entre 1930 e 1934, descobriu os 38 remédios florais e fundamentou sua nova medicina. Voltou à cidade grande, testou seus métodos e remédios e deu por concluída sua tarefa em 1936; poucas semanas depois, faleceu, tendo sobrevivido por quase 20 anos a mais do que fora previsto pelos médicos.
Seus remédios florais podem ser usados concomitantemente a outros tratamentos e não provocam efeitos colaterais. São reconhecidos e recomendados pela Organização Mundial de Saúde como remédios complementares à medicina alopática.
Utilizo-me deles para mim mesma e também para os clientes há mais de 25 anos, sempre com excelentes resultados em curtíssimo espaço de tempo, desde que bem indicados a cada caso, pois a premissa básica é trate o doente e não a doença, cure a causa e não os sintomas.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A Magia começa em nós



Existem diversos tipos de magias, cada um com suas características próprias, que variam de acordo com a cultura e o local de origem, que determina também os ingredientes utilizados, que em geral são os mais acessíveis em cada região; os diferentes tipos de magias variam ainda de acordo com quem ou que grupo as criou, quando e com quê finalidade. Entretanto, todas têm algumas premissas básicas em comum para que possamos falar sobre Magia de modo geral, principalmente quanto ao modo de procedimento e ao funcionamento dela.
O ponto de partida é sempre o praticante. Ele precisa ser capaz de realizar uma magia e para isso conta-se com o dom e com o aprendizado teórico e prático para desenvolver suas habilidades. Ele precisa se preparar e saber concentrar suas energias em um ritual, por mais simples que seja este ritual, como por exemplo, acender uma vela e fazer alguns pedidos.
O dom, em geral, revela-se na infância e pode ter sido adquirido por hereditariedade; e a forma mais elementar de aprendizado é a imitação do exemplo; vemos alguém fazendo algo, registramos isto em, nossas mentes e, em um dado momento, passamos a fazer também, copiando os mais velhos. Depois, estas pessoas passam a nos ensinar o que fazem e explicar como e porque estão fazendo; nós treinamos, testamos e imitamos gestos, posturas e palavras, que deverão ser sempre repetidos da mesma maneira sempre, outros, pelo menos até que estejamos prontos para começarmos a desenvolver nossos próprios métodos para alguns destes rituais.
A leitura é a outra forma primordial de se aprender, pois ela aprofunda os conhecimentos e nos dá a base para colocá-los em prática. A leitura supre o que o exemplo não ensinou, complementa e explica o que se viu e ouviu. Muitos não tiveram o exemplo desde cedo e não se tem como adivinhar como se executa um ritual, precisa-se presenciar alguns para saber como se faz. Nenhum livro substitui a experiência, um complementa o outro. Com a Internet, o acesso à informação aumentou muito e é fácil se ter pelo menos uma ideia básica sobre o que se deseja saber, mas para informações mais aprofundadas são necessários livros, e-books e aulas com professores particulares ou em escolas de Magia, onde se pode também assistir a muitos rituais, assim como também em Centros Esotéricos, Ordens Secretas e cultos das diversas religiões que praticam Magia, cada uma dentro dos seus preceitos.
Mas primeira forma de Magia que praticamos é a Magia Mental; sozinho ou em grupo, se não a fizermos todo o resto será a mera junção de objetos para efeito cênico. É na nossa mente que a magia começa a se realizar. Precisamos relaxar o corpo e a mente, alterar levemente nosso estado de consciência – o que se consegue através da respiração e de exercícios mentais - e focar nos objetivos que temos. A respiração deve ser profunda para se conseguir isto, o pensamento deve estar em sintonia com os símbolos utilizados, o desejo da realização deve ser intenso e o corpo todo do mago será seu instrumento.  
Realiza-se muitas magias com poucos ou até mesmo nenhum ingrediente além de nós mesmos, nossa mente e nosso corpo, através de meditação, palavras, gestos, posturas, movimentos que alteram o fluxo de energia em nós e no ambiente em que realizamos o ritual. Isto é fundamental para se sentir os efeitos de uma magia, mesmo quando usamos ingredientes, tudo isto ainda deve ser feito para que se crie os resultados necessários. E, quanto mais se pratica, mais se consegue fazer isto de forma rápida e natural, contribuindo, inclusive para a nossa saúde física, que pode e deve ser um dos principais objetivos de uma boa e saudável prática mágica cotidiana.


Para praticar a Magia

Quando uma pessoa recorre à Magia para conseguir algo que necessita ou deseja é porque está muito difícil que consiga pelos meios normais. Ninguém pensa em fazer uma magia para algo que seja acessível de outra forma mais racional e direta. Por isso sempre é desafiador confiar no invisível e realizar um ritual para um objetivo. Isso vai contra a lógica do senso comum. Porém, isto é feito desde o início dos tempos, por todas as culturas na face da Terra. Se grandes resultados não tivessem sido obtidos com esta prática, ela já teria sido abandonada; no entanto, as pessoas estão se voltando mais para ela como recurso para resolver seus problemas e cada vez mais se compreende melhor que a eficácia da Magia vai muito além da eficácia simbólica. Quem já experimentou os resultados sabe disso, quem já teve respostas imediatas a um clamor ou a um feitiço diante de um altar sabe disso.
Mas precisamos sempre dimensionar as expectativas de quem se utiliza de magias, orientar a pessoa que ela precisará mudar seu comportamento também, agindo de acordo com aquilo que almeja com a magia, pois senão, ela estará contradizendo a si mesma e os resultados ficarão mais difíceis ainda. Por isso tem que haver a participação consciente da pessoa que quer ter o benefício da Magia.
Difundir a teoria e a prática da Magia de forma coerente, equilibrada, lúcida e plausível é tarefa de todos os estudiosos dela, que precisam compreendê-la o máximo possível e conduzir todo o processo de aplicação dela com maestria e responsabilidade. Assim, cada vez mais pessoas saberão fazer um bom uso de seus recursos mágicos e espirituais para serem mais felizes, sem mistificações e engodos.
Um praticante de Magia deve respeitar, primeiramente, a si mesmo, a quem ele serve e a quem recorre à sua ajuda, tratar o outro como gostaria de ser tratado. Confiar em si e também em uma Força Superior, seja lá como ele a encare. E ter sempre em mente que, por mais conhecimento que ele ou ela tenha, somos todos, sempre, aprendizes; a modéstia sempre acompanha a verdadeira elevação espiritual.
Com isto em mente, pode-se começar a pensar em praticar Magia.