terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Sobre o ano de 2013

Estamos começando o ano 2013 do calendário gregoriano. Este é o calendário que seguimos, mas vale lembrar que outros existem, como os abaixo citados: Calendário budista ano Buda 2579 Calendário armênio ano 1462 Calendário chinês-ano 4709-4710 –ano da serpente, início 10/02 Calendário hebraico ano 5773-5774 Calendário islâmico ano 1434-1435 Calendário rúnico ano 2263 * Esta é uma prova de que tudo o que se pode prever para um ano baseando-se em números, portanto, é relativo, pois nem todas as pessoas seguem o mesmo calendário. Mas como a maioria dos povos conta o tempo pelo calendário gregoriano, é nele que fundamentamos nossas observações. Isto posto, procedemos às análises dentro de parâmetros que fazem sentido para nós, de acordo com as informações de que dispomos e de símbolos que possuem um significado para nossa cultura. Para muitos, pode não fazer o menor sentido, mas para outros tantos, ajuda a dar um direcionamento aos propósitos de vida para o novo ciclo que se inicia. A soma dos números do ano, 2 + 0 + 1 + 3, resulta no número 6; por isto, este é um ano regido pela energia do número 6, com influência de todos os outros números e dezenas que o compõem. Além de meramente números, para nós tarólogos, estes signos (que são os números) estão associados a Arcanos do Tarô e é isto que tomamos como base para avaliar como pode vir a ser este ano. É como se o ano trouxesse uma proposta, uma energia que o regerá, que poderá manifestar-se ou não na vida de cada pessoa, mas a carga energética potencial está presente e à disposição para quem quiser acessá-la, sintonizar-se com ela e usufruir dela da melhor forma possível. A carta 2 do Tarô é A Sacerdotisa, e ela rege o milênio que estamos, por isto vivemos a era da Deusa, o retorno do culto à Deusa e o resgate de valores femininos primordiais, como a preservação da Natureza e da vida. O zero, O Louco, representa a inovação, o inesperado, o desconhecido, a energia primeva, instintiva necessária para se abrir os olhos a cada manhã e começar os dias, sem saber ao certo o que ele nos trará. Tratando-se do zero na composição do número do século em que vivemos, ele nos lembra que estamos apenas no primeiro momento de grandes transformações que são, por natureza, imprevisíveis, caóticas e espontâneas. Estamos na segunda década, do primeiro século do terceiro milênio. Situados, podemos prosseguir nosso caminho com mais segurança e tomar as atitudes necessárias para o bem estar coletivo na hora em que as decisões precisam ser tomadas para isto. Esta consciência de tempo, espaço e a prontidão nas atitudes estão representadas pelo Arcano 20, O Julgamento, que une o saber teórico da Sacerdotisa e o aprendizado empírico do Louco, com suas atitudes e respostas instintivas e intuitivas. O número que situa inconfundivelmente o ano em que estamos é o 13. No tarô, a carta A Morte foi associada a este número. Tido por muitos como um número de azar, para outros tantos é visto como um número favorável, estas pessoas em geral são aquelas mais destemidas, decididas, auto confiantes e confiantes no seu Poder Superior, seja ele qual for; pessoas que costumam encarar de frente os problemas dispostas a resolvê-los, sabendo que para isto precisa-se tomar consciência plena deles para depois, transformá-los. A energia que o 13, A Morte, traz para o ano é de mudanças radicais, de final de problemas que vinham se arrastando; A Morte traz definição e libertação. Para quem estava em um ano 12, O Pendurado, A Morte é lucro. Este ano tem tudo para ser muito melhor do que o ano anterior, onde as saídas não estavam tão visíveis, as situações em suspenso e os relacionamentos, indefinidos. Neste novo ano, tudo tende a esclarecer-se, cumpriu-se um ciclo de 12 anos, agora, inicia-se um novo cliclo de 12 anos. O 13 é o primeiro ano de uma nova etapa a ser cumprida, mas não há peso nisto e sim alívio por ter diante de nós o novo: nova oportunidade, nova fase da vida. Sente-se isto a cada início de ano, mas neste, especialmente, por isto, tendemos a estar mais esperançosos que os maiores problemas que nos acompanharam até aqui, tenham uma solução, finalmente. O 13 é formado pelo 1, O Mago, e o 3, A Imperatriz, que somados, formam o 4, O Imperador. É, portanto, um número carregado de poderosas energias criativas realizadoras - masculinas e femininas – que somam-se para concretizarmos nossos planos e empreendimentos com sucesso. A síntese do ano é o número 6, Os Enamorados, a carta do Amor, que também ficou associada à dúvida, à necessidade de escolhas, aos relacionamentos amorosos e familiares. Coletivamente, o ano favorece o fim de conflitos com a prevalência do amor universal, que pode-se traduzir por fraternidade. Para a ONU, 2013 será o Ano Internacional de Cooperação pela Água. E ainda: Em 30 de março teremos o Fórum Social Mundial 2013 na Tunísia. Terá como eixos temáticos: "Por um aprofundamento radical dos processos revolucionários e da descolonização no sul e no norte”; "Por um mundo sem hegemonias nem dominações imperialistas”; "Por uma sociedade humana fundada sobre os princípios e os valores da dignidade, da diversidade, da justiça e da igualdade entre todos os seres humanos”; "Pela construção de processos democráticos de integração e de união entre os povos”; "Pela construção de alternativas ao capitalismo e a mundialização”. ** Que as melhores promessas e intenções se realizem. Texto de Cláudia Hauy, em 01 de janeiro de 2013 * ** fonte: Pesquisa do Prof. Dr. Fernando Altemeyer Junior, do Departamento de Ciências da Religião da PUC-SP.

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