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Mostrando postagens de 2011

Sexta-feira 13

A superstição que se refere ao número 13 é sem dúvida uma das mais populares. Sua origem é pagã e remonta a duas lendas da mitologia nórdica.
De acordo com a primeira delas, houve no Asgard, a morada dos Deuses Vikings Aesires (uma das duas “famílias” do panteão Viking; a outra “família” são os Vanires), um banquete para o qual onze deuses foram convidados por Odin, o Deus dos Deuses. Loki, Deus trapaceiro, galhofeiro, apareceu ciumento por não ter sido chamado e armou uma cilada em que morreu Baldur, o Deus Solar, o belo filho favorito de seu pai Odin e muito querido por todos.
Loki ludibriou um deus cego, Hodur para que este ferisse acidentalmente Baldur em um dos jogos dos Deuses, com uma flecha envenenada por uma planta que não havia sido avisada por Frigga, como as outras foram, para não causar nenhum mal a seu filho Baldur. A brincadeira, que consistia em provar que Baldur era invulnerável, acabou sendo uma ótima ocasião para Loki traiçoeiramente causar a morte de Baldur.

Ter…

O Uso Mágico do Tarô

Sabemos que as cartas do Tarô podem ser usadas para aconselhamento, orientações espirituais e materiais, previsão do futuro, meditação e autoconhecimento. As possíveis utilizações são infinitas e os múltiplos enfoques permitem sua apreciação por pessoas de diferentes crenças, objetivos e intenções.
E podemos ainda nos beneficiar do Tarô para o uso em Magia além da adivinhação, determinando o que desejamos através dos símbolos que cada carta representa. É uma forma prática de prece, de pedido para que aconteça conosco aquilo que o Arcano escolhido retrata.
As cartas servem assim como talismãs, como elementos agregadores de nossas intenções, como ingredientes mágicos para feitiços de amor, prosperidade, proteção e cura.
Trazemos a energia das cartas para nós, nossos lares, empreendimentos, família, amigos e quem precisar e permitir ser ajudado por mais este recurso de transformação.
A quantidade de ritualização pode ser maior ou menor de acordo com a disponibilidade de tempo e com o e…

Chamado para Thor

Outro dia aconteceu mais um fato mágico daqueles que nos dão forças e certeza da influência dos deuses em nossas vidas: minha irmã, que é praticante de uma determinada religião mas simpatizante de várias outras religiões neo-pagãs além da sua, teve um lampejo de que deveria contatar o meu querido deus Thor para pedir seu auxílio e proteção em uma questão de justiça. Ela abriu um círculo em sua casa e tudo, e no dia seguinte teve sua solução!
Eu relato isto aqui como mais uma forma de agradecimento.
Hail Thor, o Deus do Povo, dos Trabalhadores e da Justiça!

Que seria de mim se não fosse uma pessimista?

Uma pessoa sempre tem algo de pessimismo, seja em maior ou menor grau. Posso estar me justificando, mas eu acho têm, sim. Hoje é dia 1º de janeiro de 2011, e espero que esse ano seja ótimo.
O tabu do pessimismo é como eu defino essa certa obrigatoriedade em ser otimista, em ser positivo. Aliás, detesto quando as pessoas falam em ter “positivismo”. Po, positividade, né, galera?! Positivismo é uma linha de pensamento de Augusto Comte, nada a ver com ser otimista. Se me disserem que eu tenho que ser positivista, eu nego.
Hoje é um dia em que temos que ser otimistas, devemos ser, é bom que sejamos, não custa ser. Isso é ter positividade.
Eu tento ser otimista, alegre, moderadamente, não esfuziante, que eu tenho um certo nojo de extremos, mas, durante anos eu fiz vários rituais na passagem do ano, nas duas meia-noites, inclusive; e, não posso dizer que não fui protegida, mas não “bombou” nada, também.
Então, este ano, resolvi não fazer nada. Vamos ver o que rola. Que venha o que vier, eu saiba…